Entendendo o Paciente

O Paciente Crítico

A doença crítica pode ser definida como uma condição ameaçadora à vida do paciente e que pode resultar em morbidade significativa.

O crítico é o paciente mais grave do hospital. Por isso, ele necessita de monitorização e tratamento intensivo em uma unidade hospitalar composta por profissionais treinados e especializados no manejo de pacientes graves. Esta unidade é a UTI.

Além do risco de morte, a doença crítica provoca uma série de desequilíbrios fisiológicos que acabam por tornar o paciente mais vulnerável a complicações: delirium (confusão mental), infecções, insuficiência renal, infarto, AVC, insuficiência hepática, entre outros. Qualquer uma destas complicações pode impactar negativamente na sobrevida e na qualidade de vida do doente.

Muitas vezes, mesmo com o êxito no tratamento da doença crítica, sobrevém a necessidade de reabilitação. Fraqueza muscular, baixa capacidade cardiorrespiratória, dificuldade de deglutição, disfunção sexual, alteração da imagem corporal (edema ou inchaço, por exemplo), ansiedade, depressão, estresse pós-traumático e disfunção cognitiva secundários ao estado crítico podem constituir obstáculos para a recuperação do paciente para a sociedade. Por isso, muitas vezes, faz-se necessário um processo de reabilitação pós-UTI até que o paciente recupere sua capacidade física e mental de forma plena.

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